· A cobrança da contribuição de iluminação pública, aquele valor que vem junto com o recibo da luz, recebeu autorização legislativa para ser cobrada por 100 meses, estendendo-se, portanto, até a metade do ano de 2014. Significa que irá passar toda a atual administração indo até a metade do mandato seguinte. A cobrança começou em 2006.
· O feriadão de Corpus Christi realmente incrementou o número de visitantes ao Parque Estadual do Caracol – PEC - em junho. Foram 34.497, uma média de mais de mil pessoas por dia.
· O deputado federal José Otávio Germano (PP) está eufórico com a confirmação do vultoso recurso destinado obras de saneamento em Canela e Gramado. Na próxima semana visitará as duas cidades para comemorar com os executivos municipais. Em tempo: são recursos a fundo perdido.
· Cresceu e bastante o número de nascimentos em nosso hospital. Foram 45 no mês de junho, 27 de casaria e 18 de parto normal.
· Deu para observar que estamos nos livrando de um costume arraigado das administrações municipais. Refiro-me a antiga e consagrada ação de pintar o tronco das árvores de canteiros e praças com cal ou tinta. Não embelezava e nem protegia, isto é, não tinha justificativa, mas sempre era feito. Acredito que passou.
· Há 20 anos, completados no último dia 30, foi fundada ASSECAN – Associação Ecológica de Canela.
· Também no dia 30, porém há 30 anos faleceu Severino Inocente Zini. Na política foi vereador durante a primeira administração do prefeito Ernani Reis, mas foi como massagista que granjeou conceito na cidade e região.
· Começam a ficar escassos os profissionais que trabalham no calçamento de ruas com paralelepípedos, os calceteiros. Trata-se de um dos trabalhos braçais mais difíceis e cansativos que se conhece. Faço a menção por ter tomado conhecimento que somente uma firma se habilitou para fazer o serviço de conserto ou reposição de paralelepípedos na rua João Manuel Corrêa, atrás do antigo Hotel Bela Vista. A propósito, faça a experiência de trabalhar agachado por somente meia hora no seu jardim ou horta.
· Vejo como uma faceta positiva, o fato de termos uma Biblioteca Pública bem frequentada e com um público ledor significativo. Necessário se faz dizer, que uma biblioteca pública é diferente de uma de escola, tanto no objetivo como na frequência. Na pública o uso é livre e espontâneo, não obrigatório ou forçado. Ponto para nós.
A diferença entre a genialidade e a estupidez é que a genialidade tem limite.
S.A.D.
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